Este fim de semana estive em Amesterdão com mais umas pessoas do mestrado para assistirmos ao festival de cinema de direitos humanos da Amnistia Internacional.
Foi muito interessante e deu muito que pensar, nomeadamente na ideia de ir trabalhar para sítios onde se está constantemente em contacto com a morte sem se poder fazer nada.
Sim porque há mortes e mortes. Estas que vi nos documentários eram mortes contra as quais seria técnicamente possível fazer alguma coisa. Só que não é "logisticamente" possível fazê-lo.
Tem estado a dar-me muito que pensar, mas as intuições são tão contraditórias que ainda não cheguei a uma conclusão. Por enquanto só decidi não para de responder a anúncios de trabalho para esses sítios.
Por falar nisso, vão ler aqui o que a minha amiga Sofia - que é jornalista e que ganhou o prémio de direitos humanos da Assembleia, este ano - escreveu sobre a excisão feminina na Guiné e em Portugal:
http://dossiers.publico.pt/dossier.asp?id=967
1 comentário:
Olá,
és realmente imparável! E in(com)parável também. Bjinhos, Mab
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