Eh pa sabem o que descobri no outro dia?
Em Holandes:
R
pronuncia-se
Rrrr
G
pronuncia-se
Rrrr
e...
CH
pronuncia-se
Rrrr.
Ate aqui tudo bem.
Fica tudo mal e quando tem que dizer o nome da paragem de bus que fica mesmo ao pe da minha casa, que e:
Scharnerweg.
E assim: SSrrrrrarrrnerrrwerrrr
E uma lingua maravilhosa, esta. Uma coisa linda, assim suave e limpida.
Descobri outra coisa ontem:
A Belgica tem 3 linguas oficiais! Eu nao sabia. Pensava que eram so duas. Mas como voces sao mais informados que eu, nem vou dizer quais sao as linguas porque nao vale a pena.
Descobri o seguinte hoje de manha:
O projecto de me tornar mulher com saltos altos, maquilhagem e tal e complexo e dificil. A Ana poe uma base que faz a pele mais bronzeada. Fica mesmo giro e discreto por isso eu disse tambem quero xavala. Ela ensinou-me (e com uma esponja e depois com um po). Mas agora dei conta que me estao a aparecer borbulhas na cara. Nao ta a dar com nada.
Que dilema, ai Jesus.
Se deixar a base ja nao pareco tao mulher, mas se continuar arrisco-me a tornar-me adolescente outra vez. Por isso opto pelo look feminimo ou pelo look adulto? Nao pareco conseguir conciliar os dois razparta.
Direita: direito, reivindicação, nemesis política
Humana: ego, compaixão, imperfeição
Saga matinal do Capítulo IV
Eh pá, o Meno passou-se da tola.
Mandei-lhe um email olá já acabei o plano da tese, quando é que nos podemos encontrar para mo mudares todo outra vez?
Não sei vocês, mas eu, pessoalmente, abro para negócio das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 19:00. Sim, porque tem que se dormir e comer um bocadinho também, não é?
Vai o jovem e marca-me uma reunião para as:
08:45 da manhã!
É ilegal. Acho eu.
Mas pronto, apesar do sono, a reunião correu bem. Ele não mudou muitas coisas e assegurou-me que, se não me dispersar, vou parir uma jóia de uma tese.
Acho que estou a conseguir domar a besta. Toda a gente me avisou que ele às vezes era demasiado directo nas críticas e que é muito exigente e que quer fazer tudo à maneira dele e tal.
Mas eu já lhe disse: mudo o que tu quizeres, jovem; mas não tiro o capítulo IV.
Há sempre aquela maneira diplomática de falar com os profs onde não se diz "não percebeste um boi do que eu quiz dizer", diz-se "talvez não me tenha exprimido bem".
Com este Meno a frase diplomática tem que vir acompanhada de uma frasezita mais bruta.
Então é assim:
- tirar o capitulo IV (olhar pensativo)
- (tom sério) Acho que temos um problema...
(sorriso)
- (tom educado) Talvez não esteja muito claro aqui no plano, mas este capítulo é essencial porque...
(olhos nos olhos que eu não tenho medo de ti)
- isto, isto e isto."
A ver se o gajo não acabou por gostar do capítulo IV.
Apre!
Não tivera ele às vezes ideias tão brilhantes e não estivesse o meu plano muito melhor depois das suas intervenções, não o poderia já ver à frente nem pintadinho.
Mandei-lhe um email olá já acabei o plano da tese, quando é que nos podemos encontrar para mo mudares todo outra vez?
Não sei vocês, mas eu, pessoalmente, abro para negócio das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 19:00. Sim, porque tem que se dormir e comer um bocadinho também, não é?
Vai o jovem e marca-me uma reunião para as:
08:45 da manhã!
É ilegal. Acho eu.
Mas pronto, apesar do sono, a reunião correu bem. Ele não mudou muitas coisas e assegurou-me que, se não me dispersar, vou parir uma jóia de uma tese.
Acho que estou a conseguir domar a besta. Toda a gente me avisou que ele às vezes era demasiado directo nas críticas e que é muito exigente e que quer fazer tudo à maneira dele e tal.
Mas eu já lhe disse: mudo o que tu quizeres, jovem; mas não tiro o capítulo IV.
Há sempre aquela maneira diplomática de falar com os profs onde não se diz "não percebeste um boi do que eu quiz dizer", diz-se "talvez não me tenha exprimido bem".
Com este Meno a frase diplomática tem que vir acompanhada de uma frasezita mais bruta.
Então é assim:
- tirar o capitulo IV (olhar pensativo)
- (tom sério) Acho que temos um problema...
(sorriso)
- (tom educado) Talvez não esteja muito claro aqui no plano, mas este capítulo é essencial porque...
(olhos nos olhos que eu não tenho medo de ti)
- isto, isto e isto."
A ver se o gajo não acabou por gostar do capítulo IV.
Apre!
Não tivera ele às vezes ideias tão brilhantes e não estivesse o meu plano muito melhor depois das suas intervenções, não o poderia já ver à frente nem pintadinho.
Sem título porque me apetece
Este fim de semana estive em Amesterdão com mais umas pessoas do mestrado para assistirmos ao festival de cinema de direitos humanos da Amnistia Internacional.
Foi muito interessante e deu muito que pensar, nomeadamente na ideia de ir trabalhar para sítios onde se está constantemente em contacto com a morte sem se poder fazer nada.
Sim porque há mortes e mortes. Estas que vi nos documentários eram mortes contra as quais seria técnicamente possível fazer alguma coisa. Só que não é "logisticamente" possível fazê-lo.
Tem estado a dar-me muito que pensar, mas as intuições são tão contraditórias que ainda não cheguei a uma conclusão. Por enquanto só decidi não para de responder a anúncios de trabalho para esses sítios.
Por falar nisso, vão ler aqui o que a minha amiga Sofia - que é jornalista e que ganhou o prémio de direitos humanos da Assembleia, este ano - escreveu sobre a excisão feminina na Guiné e em Portugal:
http://dossiers.publico.pt/dossier.asp?id=967
Foi muito interessante e deu muito que pensar, nomeadamente na ideia de ir trabalhar para sítios onde se está constantemente em contacto com a morte sem se poder fazer nada.
Sim porque há mortes e mortes. Estas que vi nos documentários eram mortes contra as quais seria técnicamente possível fazer alguma coisa. Só que não é "logisticamente" possível fazê-lo.
Tem estado a dar-me muito que pensar, mas as intuições são tão contraditórias que ainda não cheguei a uma conclusão. Por enquanto só decidi não para de responder a anúncios de trabalho para esses sítios.
Por falar nisso, vão ler aqui o que a minha amiga Sofia - que é jornalista e que ganhou o prémio de direitos humanos da Assembleia, este ano - escreveu sobre a excisão feminina na Guiné e em Portugal:
http://dossiers.publico.pt/dossier.asp?id=967
Com alguns dias de atraso
Com alguns dias de atraso, acho que se impõe um comentário sobre a indiciação do primeiro ministro do Kosovo pelo Tribunal internacional para a ex-Jugoslavia.
Ser-se primeiro ministro do Kosovo é ao mesmo tempo nada e muito.
Nada, porque é-se primeiro ministro de umas ilustres "Provisional Institutions for Self-Government" o que deve querer dizer, mais coisa menos coisa, "Instituições Provisórias de Auto-governo". É-se provisório - não permanente -, e dirige-se uma política de auto-governo, num território onde os selos têm o emblema da ONU, os enderços postais acabam com a sigla "UNMIK" e a minoria Servia - ex-maioria - não aparece nas sessões parlamentares desde Outubro do ano passado.
Muito, porque as Nações Unidas vão apresentar este Verão os resultados de uma avaliação da situação no Kosovo, para ver se os famosos "standards" estão preenchidos e se é possível avançar-se para a fase da discussão sobre o "status" internacional do território. Como tal, o primeiro ministro, enquanto dirigente eleito, estaria à frente das negociações que, como todos sabem mas poucos dizem, conduzirão à independência do Kosovo.
Problema: pelo que vimos e ouvimos de parte de várias pessoas quando estivemos no Kosovo:
- há uma confiança generalizada no primeiro ministro (que era um dos mais altos comandantes do exercito de libertação do Kosovo)
- há uma reticência generalizada, na população local, em comparar os crimes cometidos pelos Sérvios contra os Albaneses aos crimes cometidos pelos Albaneses contra os Sérvios.
Questão: Como será interpretada a indiciação de um Albanês pelo tribunal que está a julgar o Milosevic?
Para o tribunal é, com certeza, um sinal de isenção que tanto faz falta a este tipo de instituições.
Poder-se-à aliás questionar se a necessidade de isenção é tão urgente que justifique esta indiciação num momento em que o Kosovo reviveu tensões internas (relembre-se os eventos de Março de 2004) e se prepara para entrar na recta final da independência.
Mas pronto.
Para o Kosovo poderá ser um desastre caso haja retaliações ao encontro dos poucos Sérvios que ainda lá vivem.
Poderá também ser uma autêntica autoestrada para a independência se:
- não houver retaliações
- o governo provisório colaborar com o tribunal
- se emergir uma certa maturidade política que tire o Kosovo do estado de denegação patologico em que se encontra.
Mas esperança. Relembremos que a luta no Kosovo levou practicamente três anos a radicalizar-se.
Em 1989:
- quando lhe foi retirado o estatuto de autonomia garantido pela Constituição Jugoslava,
- quando o ensino do Albanês começou a ter de ser practicado no silêncio de casas particulares ao abrigo de olhares vizinhos,
- quando a quase totalidade dos empregados públicos Albaneses perderam o emprego...
... Os Albaneses do Kosovo não queriam "independência e morte aos Sérvios", mas apenas o restabelecimento do estatuto de região autonomia. Mesmo ao ver as républicas vizinhas a aceder à independência com a aprovação mais (Alemanha) ou menos (França) expedita do resto do mundo.
Tenham eles a mesma calma desta vez.
Ser-se primeiro ministro do Kosovo é ao mesmo tempo nada e muito.
Nada, porque é-se primeiro ministro de umas ilustres "Provisional Institutions for Self-Government" o que deve querer dizer, mais coisa menos coisa, "Instituições Provisórias de Auto-governo". É-se provisório - não permanente -, e dirige-se uma política de auto-governo, num território onde os selos têm o emblema da ONU, os enderços postais acabam com a sigla "UNMIK" e a minoria Servia - ex-maioria - não aparece nas sessões parlamentares desde Outubro do ano passado.
Muito, porque as Nações Unidas vão apresentar este Verão os resultados de uma avaliação da situação no Kosovo, para ver se os famosos "standards" estão preenchidos e se é possível avançar-se para a fase da discussão sobre o "status" internacional do território. Como tal, o primeiro ministro, enquanto dirigente eleito, estaria à frente das negociações que, como todos sabem mas poucos dizem, conduzirão à independência do Kosovo.
Problema: pelo que vimos e ouvimos de parte de várias pessoas quando estivemos no Kosovo:
- há uma confiança generalizada no primeiro ministro (que era um dos mais altos comandantes do exercito de libertação do Kosovo)
- há uma reticência generalizada, na população local, em comparar os crimes cometidos pelos Sérvios contra os Albaneses aos crimes cometidos pelos Albaneses contra os Sérvios.
Questão: Como será interpretada a indiciação de um Albanês pelo tribunal que está a julgar o Milosevic?
Para o tribunal é, com certeza, um sinal de isenção que tanto faz falta a este tipo de instituições.
Poder-se-à aliás questionar se a necessidade de isenção é tão urgente que justifique esta indiciação num momento em que o Kosovo reviveu tensões internas (relembre-se os eventos de Março de 2004) e se prepara para entrar na recta final da independência.
Mas pronto.
Para o Kosovo poderá ser um desastre caso haja retaliações ao encontro dos poucos Sérvios que ainda lá vivem.
Poderá também ser uma autêntica autoestrada para a independência se:
- não houver retaliações
- o governo provisório colaborar com o tribunal
- se emergir uma certa maturidade política que tire o Kosovo do estado de denegação patologico em que se encontra.
Mas esperança. Relembremos que a luta no Kosovo levou practicamente três anos a radicalizar-se.
Em 1989:
- quando lhe foi retirado o estatuto de autonomia garantido pela Constituição Jugoslava,
- quando o ensino do Albanês começou a ter de ser practicado no silêncio de casas particulares ao abrigo de olhares vizinhos,
- quando a quase totalidade dos empregados públicos Albaneses perderam o emprego...
... Os Albaneses do Kosovo não queriam "independência e morte aos Sérvios", mas apenas o restabelecimento do estatuto de região autonomia. Mesmo ao ver as républicas vizinhas a aceder à independência com a aprovação mais (Alemanha) ou menos (França) expedita do resto do mundo.
Tenham eles a mesma calma desta vez.
Cordas e ramos secos
O assassinato de Aslan Mashkadov mete-me nojo.
Já o silêncio geral em relação à Tchetchénia era vergonhoso.
Na Tchetchénia, aldeões são regularmente amarrados uns contra os outros com cordas, como ramos secos.
Com uma bomba no meio.
Que a certa altura explode levando com ela esses homens, velhos, novos, e essas mulheres, velhas, novas.
Pouco importa.
Sem Aslan Mashkadov a Tchetchénia está entregue a extremistas que reforçam o sonho putiniano de ter uma guerra contra o terrorismo em sua própria casa. De fazer derogações aos mais fundamentais direitos individuais e colectivos cobrindo-se com o manto imundo da segurança nacional. Há gente para quem o caos e o sangue são prioridades.
Talvez uma corda à volta deles - presidentes, como dirigentes extremistas - e uma bomba no meio fosse uma boa solução, não fora isso reproduzir os actos desprezíveis dessa gente. E não fora isso fazê-los morrer da mesma maneira que tanta gente a quem seria imoral compará-los.
Por isso reproduzo-os não em actos mas em pensamento, com algumas variantes, correndo o risco que algum serviço secreto leia este blogue e me ponha numa qualquer lista de pessoas más por terem feito ou dito não se sabe ao certo quê.
E terei o maior orgulho em lá estar.
Leiam os textos do André Glucksman (vejam o Le Monde de 10/03/2005).
E sobretudo leiam os livros da Anna Politovskaia, uma jornalista russa que arrisca a vida com palavras.
Já o silêncio geral em relação à Tchetchénia era vergonhoso.
Na Tchetchénia, aldeões são regularmente amarrados uns contra os outros com cordas, como ramos secos.
Com uma bomba no meio.
Que a certa altura explode levando com ela esses homens, velhos, novos, e essas mulheres, velhas, novas.
Pouco importa.
Sem Aslan Mashkadov a Tchetchénia está entregue a extremistas que reforçam o sonho putiniano de ter uma guerra contra o terrorismo em sua própria casa. De fazer derogações aos mais fundamentais direitos individuais e colectivos cobrindo-se com o manto imundo da segurança nacional. Há gente para quem o caos e o sangue são prioridades.
Talvez uma corda à volta deles - presidentes, como dirigentes extremistas - e uma bomba no meio fosse uma boa solução, não fora isso reproduzir os actos desprezíveis dessa gente. E não fora isso fazê-los morrer da mesma maneira que tanta gente a quem seria imoral compará-los.
Por isso reproduzo-os não em actos mas em pensamento, com algumas variantes, correndo o risco que algum serviço secreto leia este blogue e me ponha numa qualquer lista de pessoas más por terem feito ou dito não se sabe ao certo quê.
E terei o maior orgulho em lá estar.
Em passant pareuh Maastrichteuh avec mes sabots
Se quizerem vir visitar-me a Maistriste e assim:
Apanham o comboio de qualquer sitio civilizado ate "MAASTRICHT Centraal Station";
Saiem do quimboio;
Saiem da Centraal Station e vao ver uma data de paragens de autocarro mesmo le em frente;
Especam-se la e esperam
Quando chegar o No. 3, 4, 5, 6, 10, 22, 23 ou 25
Acenam e gesticulam freneticamente para o Sr. condutor (...por favor, ponha o pe no acelarador, se chocar, nao faz mal, vamos todos pro hospital...)
Se tudo correr bem o Sr. Condutor (...por favor, ponha o pe.....) para a vossa frente.
Entram e dizem "Oranjeplein" (Orrrranniiieuhplaiin)
Ele saca de umas tiritas e mete um carimbo na segunda.
Digam "Dank U val" (Dank como tanque mas com D; U como o u frances ou acoreano como preferirem; e Val como vale ou que vale, vale postal etc...)
O tocarro comeca a andar
Hao-de passar debaixo de um tunel e depois e ai.
Saiem e seguem pela mesma estrada que o autocarro, em frente.
(e perguntam: mas porque e que saimos em Oranjeplein se o tocarro continua pelo mesmo caminho que nos? Porque se ficarem mais 1 paragem pagam nao 2 mas 3 tirinhas o que equivale a 2.60 herois o que e uma roubalheira, mas se quizerem por mim tudo bem a carteira e vossa)
Cuidado com o passeio porque parece que e um passeio mas nao, e para bicicletas, por isso ponham-se a pau que eu no outro dia ia la ficando
atravessam o enorme cruzamento e seguem em frente
ao vosso lado esquerdo estara o Albert Heijn com o litro de leite a 20 herois.
mais a frente estara uma coffee shop, como poderao constatar pelo cheiro herbal
continuam
a vossa direita estara o Al Greco que vende Shashlik, Gyros, Friture e Couscous e que, com certeza estara aberto a sugestoes de bacalhau a braz e rojoes.
Opois olharao com curiosidade para uma janela iluminada mas de portadas fechadas que, segundo o principe e um bordel, segundo mim nao sei o que e, por isso ficou bordel por exaustao de alternativas
Opois vao ver o clube de video 3 DVD por 5 herois
chegam a uma rotunda
e metem pela rua a esquerda
e e ja ai no numero 65.
DELINGUE DELONGUE
Agora ja nao podem dizer que e complicado.
Apanham o comboio de qualquer sitio civilizado ate "MAASTRICHT Centraal Station";
Saiem do quimboio;
Saiem da Centraal Station e vao ver uma data de paragens de autocarro mesmo le em frente;
Especam-se la e esperam
Quando chegar o No. 3, 4, 5, 6, 10, 22, 23 ou 25
Acenam e gesticulam freneticamente para o Sr. condutor (...por favor, ponha o pe no acelarador, se chocar, nao faz mal, vamos todos pro hospital...)
Se tudo correr bem o Sr. Condutor (...por favor, ponha o pe.....) para a vossa frente.
Entram e dizem "Oranjeplein" (Orrrranniiieuhplaiin)
Ele saca de umas tiritas e mete um carimbo na segunda.
Digam "Dank U val" (Dank como tanque mas com D; U como o u frances ou acoreano como preferirem; e Val como vale ou que vale, vale postal etc...)
O tocarro comeca a andar
Hao-de passar debaixo de um tunel e depois e ai.
Saiem e seguem pela mesma estrada que o autocarro, em frente.
(e perguntam: mas porque e que saimos em Oranjeplein se o tocarro continua pelo mesmo caminho que nos? Porque se ficarem mais 1 paragem pagam nao 2 mas 3 tirinhas o que equivale a 2.60 herois o que e uma roubalheira, mas se quizerem por mim tudo bem a carteira e vossa)
Cuidado com o passeio porque parece que e um passeio mas nao, e para bicicletas, por isso ponham-se a pau que eu no outro dia ia la ficando
atravessam o enorme cruzamento e seguem em frente
ao vosso lado esquerdo estara o Albert Heijn com o litro de leite a 20 herois.
mais a frente estara uma coffee shop, como poderao constatar pelo cheiro herbal
continuam
a vossa direita estara o Al Greco que vende Shashlik, Gyros, Friture e Couscous e que, com certeza estara aberto a sugestoes de bacalhau a braz e rojoes.
Opois olharao com curiosidade para uma janela iluminada mas de portadas fechadas que, segundo o principe e um bordel, segundo mim nao sei o que e, por isso ficou bordel por exaustao de alternativas
Opois vao ver o clube de video 3 DVD por 5 herois
chegam a uma rotunda
e metem pela rua a esquerda
e e ja ai no numero 65.
DELINGUE DELONGUE
Agora ja nao podem dizer que e complicado.
Meno my man!
Acabei de ter uma reuniao com o meu orientador (podem saber tudo sobre ele em
http://www.rechten.unimaas.nl/mic/staff/kamminga.html).
Ora bem, o jovem, que e um jovem cinco estrelas embora me tenha mudado o plano todo razpartohomem mas tambem nao faz mal porque a ideia - que e minha - continua la de pedra e cal e planos posso fazer quantos ele quizer assim em cadeia, toooommmma.
O jovem, estava eu a dizer, chama-se:
Vai dai que eu estava um pouco desconcentrada a falar com o dito porque, a bem dizer, nao tenho aqui Guronsan (que nesta terra se deve dizer "Rrrurronnnnsan") e ainda me doi a cabeca por causa da festa de anos atrasada que as minhas colocatarias organizaram ontem la em casa, que meteu um liquido alcoolizado azul que sabia a laranja e me fez muito, mas muito mal.
Mas fez pior `a Ana, tenho a dizer.
(Ai jesus o que da viver com chavalitas de 20 anos...)
E vai dai que ao ler o nome dele na capa de um livro, em cima da secretaria, veio-me a cabeca o seguinte:
De segunda a sexta feira
O Meno trabalhava na obra
Mas quando subia ao palco
Tinha genica de sobra...
Ao pegar no microfone
Às vezes dava-lhe umas ginadas
Até parecia um Rolling Stone
Aquelas Levis tão coçadas
Refrão:
A gente vai em digressão
Pra tocar em qualquer lado
Recinto aberto ou fechado
No salão dos voluntários
Ano novo ou S.João
A gente vai em digressão
Na Digressão...uouououououououoh!!
Aposto que reconheceram os inesqueciveis Mingos & os Samurais e o Rui Veloso que lhes deu alma.
E que para mim, havera sempre um so Meno - o que trabalha na obra.
Por isso o que e que eu faco com este?
http://www.rechten.unimaas.nl/mic/staff/kamminga.html).
Ora bem, o jovem, que e um jovem cinco estrelas embora me tenha mudado o plano todo razpartohomem mas tambem nao faz mal porque a ideia - que e minha - continua la de pedra e cal e planos posso fazer quantos ele quizer assim em cadeia, toooommmma.
O jovem, estava eu a dizer, chama-se:
Menno
Vai dai que eu estava um pouco desconcentrada a falar com o dito porque, a bem dizer, nao tenho aqui Guronsan (que nesta terra se deve dizer "Rrrurronnnnsan") e ainda me doi a cabeca por causa da festa de anos atrasada que as minhas colocatarias organizaram ontem la em casa, que meteu um liquido alcoolizado azul que sabia a laranja e me fez muito, mas muito mal.
Mas fez pior `a Ana, tenho a dizer.
(Ai jesus o que da viver com chavalitas de 20 anos...)
E vai dai que ao ler o nome dele na capa de um livro, em cima da secretaria, veio-me a cabeca o seguinte:
De segunda a sexta feira
O Meno trabalhava na obra
Mas quando subia ao palco
Tinha genica de sobra...
Ao pegar no microfone
Às vezes dava-lhe umas ginadas
Até parecia um Rolling Stone
Aquelas Levis tão coçadas
Refrão:
A gente vai em digressão
Pra tocar em qualquer lado
Recinto aberto ou fechado
No salão dos voluntários
Ano novo ou S.João
A gente vai em digressão
Na Digressão...uouououououououoh!!
Aposto que reconheceram os inesqueciveis Mingos & os Samurais e o Rui Veloso que lhes deu alma.
E que para mim, havera sempre um so Meno - o que trabalha na obra.
Por isso o que e que eu faco com este?
Condolencias ao Mundo
Acabei de ler o seguinte no site da BBC (http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/middle_east/4309927.stm):
"When you think about what Syria is doing in Lebanon - you have Lebanese in the streets telling the Syrians to go home so that Lebanon can control its own future," she said.
"she" e nem mais nem menos do que a inenarravel Condoleezza Rice.
Esta aqui uma pessoa a esmifrar-se para tentar elaborar um plano de tese logico, coherente e interessante e o resto do mundo ouve pessoas como ela dizer este tipo de coisas e leva-as a serio.
A minha raiva neste momento atingiu um pico tal que, se a tivesse a mao, juro, mas juro, que partia-lhe a cara toda.
Sabem o que eu digo?
"When you think about what the United States is doing in Iraq - you have Iraqis in the streets telling the Americans to go home so that Iraq can control its own future"
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