Tapete de guerra

ok, esqueçam o relato do périplo a Madagascar, só me está a bloguear o cérebro e é, neste momento, bastante anacrónico. Sobretudo quando posso falar dos inenarráveis tapetes de guerra Afegãos. A primeira vez que vi um foi num jantar que uma professora minha de sciences po organizou, em 2004, para nos contar as suas aventuras em terras Afegãs por onde paráva, de mês a mês, saltitando entre campos jadis minados, sempre que sciences po lhe dava um breakezito de aulas. Nesse jantar também experimentei ver o mundo via burqa, o que resultou num gigantesco bate cú, dada a imediata sensação de desiquilibrio que causa o dito item.

E hoje, uma lojinha de canto no hotel onde estamos, em Kabul, ofereceu-me esta deliciosa reminiscência - é lindo: o realismo das torres em chamas, o "Septembr" sem o [e], o missil com legenda e tudo e a maravilhosa pomba branca.

2 comentários:

Anónimo disse...

Não, não. A 1ª vez que pisaste um tapete de guerra - senão palco de guerra pelo menos arsenal bélico - foi cá em casa.
Temos um desses tapetes, no quarto onde dormias com a mana e que, depois de muito ser pisado, revelou, naquilo que parecia ser um simples motivo geométrico, barcos, helicópteros, aviões, tudo de guerra.
Qual não foi o meu espanto um dia, quando a luz me revelou tal arsenal num quarto de meninas!
Beijinhos, Mab

Anónimo disse...

Se vires outro igual a esse traz para mim!
Pai