Ao fim de duas horas de marcha, aos trambolhões nas raízes das árvores, lá encontrámos uma família de Indris. A chonar (a foto foi tirada de muito longe!). 1h mais tarde, continuavam a chonar. As tantas um espre
guiçou-se e começou a saltar de uma árvore para a outra. O Etienne, desejoso de voltar à base pra beber uma jola, começou a correr selva abaixo, selva acima para nos posicionar mesmo em baixo de onde o Indri acordado se decidira instalar. Em poucos minutos estava lá o resto da família e o resto dos turistas que nos seguiram - cãos. Só que de choro, nada. Estava o Etienne já a lamentar a jola e o almoço, quando de repente:
(tenho uma gravação audio em que se nota mesmo o antropomorphismo do "choro" do Indri, mas não consigo por audio neste blog...)
Próximo post: virando a Sul - turismo cultural em Madagascar
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