Em total sintonia com uma tal alfacinha, também eu me sentei numa mesinha ridicula, numa sala do estádio do Arsenal em Londres, com as minhas canetas, uma garrafa de água, e um desesperadamente pequeno livro de leis que se fosse maior não me teria obrigado a decorar mais de cem nomes de casos (Doyle v Olby - recovery of loss flowing from the whole transaction in fraudulent misrepresentation; Ex p Coughlan - legitimate expectation arising from promise; Hunter v Canary Wharf - proprietary interest in land required for standing in private nuisance claim...)
Sobrevivi tort law, contract law e constitutional law - que, num país sem constituição escrita, é de uma pessoa se deitar para o chão a rir. Resolvi 9 casos, com um total de 44 partes a quem aconteceu o diabo a quatro: um ginásio comprado com base em informação fraudulenta, uma cantora de ópera que insistia em incomdar os vizinhos à noite, uma senhora que prometeu vender um fato a outra senhora e entretanto o vendeu a uma terceira senhora, um Afegão detido e interrogado violentamente numa base militar Inglesa...
E por falar em Afeganistão: estamos de partida para lá no fim de Junho. A vida continua!
3 comentários:
Bom, com tanto caso resolvido aind avais ser chateada para resolver a intrusão do gato da vizinha...
Coragem para o Afganistão. Há pelo menos um candidato a ir visitar-vos a essas paragens: o pai.
Beijinhos, Mab
Pergunto-me eu: Quando é que esta minha amiga deixa de ir para sítios perigosos???
Beijocas, ALF
Esse gosto pela argumentação cheira-me a herança de um certo Rebelo...
E a propósito do Afeganistão: experimenta fazer uma pesquisa no google imagens com «pigeons Afghanistan». Vais ter uma bela surpresa. E não é que o bicho é sagrado para aqueles cantos? E diz que alimentá-lo dá sorte... Onde te vais meter...
Beijinho da dita Alfacinha, ainda mais morta que viva
;)
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